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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Canto para minha morte

          Eu amo música, quantas vezes já falei por aqui que sou regida? Algumas duas vezes.
          E estes dias escutando uma boa música em alto e bom som eu pensei numa coisa, que eu nunca registrei que eu quero música no meu velório, música boa, de qualidade, óbvio.
          Raul, Gonzaguinha, Elis, Luiz Melodia, Chico, claro!, Legião, Roberto Carlos, Reginaldo Rossi, sim senhores, Janis, e mais um monte de músicas que eu amo ouvir.
          Como não pretendo ser enterrada e sim cremada, e pretendo viver mais uns 100 anos, lúcida, eu ainda terei tempo de adicionar muita coisa ao meu repertório, mas não deixem de colocar uma música bem alta e nada de aparecer com dor de cabeça e pedir para abaixar o som. NÃO, alto sim!
          Música boa é para se ouvir em um volume alto, cantar, interpretar, chorar, rir e tudo que se permite esta maravilha.
          Música é a essência do que vivemos, traduz o que sentimos, revela o que somos.
          Preciso de música para dirigir, para limpar a casa e até para pensar.
          Preciso de música para viver, logo preciso de música para morrer.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Dia do Músico

       

          Acho digno um dia de homenagens, principalmente a esta rapazeada que vem fazendo a gente dançar, cantar, pular, vibrar, mandar indiretas e diretas.
          Já disse aqui que não sou movida, e sim regida.
          Amo música. Estou sempre com alguma na minha cabeça, e de cada 10 frases que ouço cantarolo 11 músicas.
          Conheço uma infinidade de músicas, mas ainda sim acho pouco, e gostaria de me lembrar sempre das que ficam esquecidas no fundo da minha cachola e saber na íntegra a letra de todas, qdo eu bem quisesse cantá-las.
          Sem preconceitos com música, gosto de quase todos os tipos, muitos cantores, compositores e intérpretes.
          Já tive algumas músicas compostas pra mim (hã-hã), além de ligar tantas outras a pessoas, fatos, histórico de vida, cheiros.
          Ah, sim, claro! A música mexe com todos os sentidos, inclusive com o sexto, cada um sente de uma forma, então não irei aqui estabelecer qualquer tipo de padrão, nem mesmo o meu, afinal, cada música, cada momento é de um jeito.
          Eu infelizmente não sei dançar, sou uma negação cantando e nunca aprendi a assoviar, o que não me impede de fazer tentar todos os três.
          Mas escrever eu sei, e gosto muito, mas há quem faça melhor do que eu, por isso o banner de Nietzsche no início do post.
          Desejo a todos dias preenchidos com músicas, que consolem, acalantem e desabafem.
          Que solte o que há muito, ou pouco, estava preso na garganta, coração, alma.
          Desejo muitas composições, que eu possa me deleitar, que minhas filhas possam se deleitar, que o mundo possa vibrar.
          Música é uma arte completa!
          Não cometerei a atrocidade de oferecer uma música, em meio a tantas obras primas, então que cada um pegue a escolhida, coloque na altura que lhe convier e aproveite todos os dias.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Participação muito mais que especial

Sim, eu sei que já falei aqui que dificilmente outra pessoa seria convidada a postar no Pinkekeando, mas vejam bem, usei a palavra dificilmente, ou seja, há casos especiais, e este é muito mais que especial!
E neste caso mais do que especial eu quero, com muita alegria e satisfação apresentar a vocês uma nova escritora, que vem arriscando seus primeiros esboços, afinal, quem sai aos seus não regenera.
Filha de mãe (e aqui tb) que se atreve a escrever e pai poeta, sobretudo um dos melhores compositores que conheci, e olha que sem modéstia nenhuma eu posso dizer que se tem uma coisa que eu conheço e entendo é de composições de letras. Quem me conhece sabe que não sou movida à música e sim regida, conheço uma infinidade de músicas, que por vezes até eu me surpreendo.
Bom, sem mais delongas vou postar a primeira historinha de Sofia, ela escreveu em casa, no meio de uma inspiração qualquer e eu achei sensacional.


A menina e o cão

          Em um belo dia uma menina estava passeando e viu um lindo cachorro perdido. Ela ficou com pena e ficou com o lindo cachorro e batizou de Gustavo Borges.
          No dia seguinte a menina chamada Sofia foi dar comida pro Gustavo, só que ele tinha fugido.  Ela o procurou pelo país inteiro, menos dentro da casinha dele.
          Foi aí que Sofia exclamou:
          -Eu me esqueci de procurara-lo dentro da casinha, vou lá agora mesmo!
          E era lá que ele estava.
          Quando chegou lá Sofia tinha achado Gustavo, e colocou Gustavo de castigo por uma semana, passaram cinco dias e Gustavo ainda estava de castigo, mas podia brincar com Sofia.
          Passado dois dias Gustavo saiu do castigo e aprendeu a nunca mais se esconder de Sofia.