E agora o que nos resta?
Não resta a nós, resta a mim.
Resta só a mim, as minhas lembranças.
Minha mente vagueia sobre elas e tenta trazê-las para o presente.
Presente?
O presente parece distante.
E então, o que me resta?
Lembranças que vagueiam e de alguma forma tento, como em um quebra cabeças, uni-las.
As lembranças são companheiras, mas não me fortalecem.
A vida segue, muitas vezes sem rumo, sem certezas.
Certezas?
Não há como tê-las, afinal nem sei qual é o certo.
E o que resta?
Um passado de lembranças,
Um presente distante,
E um futuro incerto.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Páginas
Os olhos passeiam por entre as páginas,
Duas páginas tão distintas e tão iguais.
Nas duas a angústia se faz presente.
Em uma por ter certeza ser o destinatário,
Na outra por medo de não ser.
Duas páginas tão distintas e tão iguais.
Nas duas a angústia se faz presente.
Em uma por ter certeza ser o destinatário,
Na outra por medo de não ser.
sábado, 26 de maio de 2012
Medo
De repente, como de sopetão, chegou o medo.
A mente descompassada pensou, refletiu, ponderou, o coração acelerou.
O sinal pisca no amarelo, pedindo todo o cuidado e atenção, mas na noite passada avançamos.
Medo!
Mas logo o coração coloca tudo no compasso, inclusive a mente, porém o medo, este segue presente.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Como era o dito mesmo...?
O dito popular diz: "Quando a cabeça não pensa o corpo padece"
Para mim ultimamente tem sido: "Quando a cabeça pensa o coração padece"
Bom, a bem da verdade é que a vida segue, tem que seguir.
Não sabemos o rumo que ela irá tomar, afinal quantas vezes perdemos a direção.
A dúvida é uma constante, as angústias já podemos chamar de companheiras, a ansiedade por tudo se resolver está sempre caminhando do nosso lado, e então, se pularmos estas etapas o que nos resta?
Vale a pena sairmos atropelando, devastando? Nos atropelando, devastando, triturando?
A mente te dá uma direção, o coração grita outra. O que fazer?
Calma, um dia de cada vez, um momento após o outro, curtindo cada detalhe.
Não vale sufocar os sentimentos, afinal, qual é mesmo o sentimento?
Ele já acompanha há tanto tempo, já é um velho amigo, que gera constantes dores, dúvidas, apertos, mas sobretudo risadas sinceras, sonhos reais, alívio no coração e uma enorme vontade de seguir em frente, fazer o melhor e direito.
O que virá? Não sei. Não quero viver disso.
Não quero mais viver nem do que foi.
Vou viver do que tem sido, e tem sido bom.
Para mim ultimamente tem sido: "Quando a cabeça pensa o coração padece"
Bom, a bem da verdade é que a vida segue, tem que seguir.
Não sabemos o rumo que ela irá tomar, afinal quantas vezes perdemos a direção.
A dúvida é uma constante, as angústias já podemos chamar de companheiras, a ansiedade por tudo se resolver está sempre caminhando do nosso lado, e então, se pularmos estas etapas o que nos resta?
Vale a pena sairmos atropelando, devastando? Nos atropelando, devastando, triturando?
A mente te dá uma direção, o coração grita outra. O que fazer?
Calma, um dia de cada vez, um momento após o outro, curtindo cada detalhe.
Não vale sufocar os sentimentos, afinal, qual é mesmo o sentimento?
Ele já acompanha há tanto tempo, já é um velho amigo, que gera constantes dores, dúvidas, apertos, mas sobretudo risadas sinceras, sonhos reais, alívio no coração e uma enorme vontade de seguir em frente, fazer o melhor e direito.
O que virá? Não sei. Não quero viver disso.
Não quero mais viver nem do que foi.
Vou viver do que tem sido, e tem sido bom.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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