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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Eu, Escritora
Dia destes, vendo as recordações do face vi algo que compartilhei com os seguintes dizeres: "Da série: Coisas que eu gostaria de ter escrito".
Vez por outro leio um texto e me pergunto porquê que eu não escrevi, e fico desejando um dia escrever daquele jeito.
Mas então eu abri o texto para reler e não me lembrava de nada, tão pouco me remetia a alguma coisa.
E foi aí que me satisfiz por sempre que venho a um dos meus blogs me encontro. Mesmo nos textos mais antigos, desconexos. Parte minha está no que escrevo.
Reencontro-me com aqueles momentos, sentimentos, mesmo não os sendo mais.
E deste instante em diante resolvo: Quando me perguntarem o que sou da vida, além de declarar-me livre, artesã e colecionadora de cores direi: Escritora.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Falando
Ah! Que saudade daqui!!!
Os 32 chegaram e nada de post, 2015 está acontecendo e nada de eu escrever.
Como este lugar me traduz, como escrever me seduz. Me faz falta.
As palavras são parte de mim. Minhas companheiras.
Mesmo sem postar sempre venho aqui, registrar um pensamento em off, me reler, me reencontrar, me reinventar.
Sufoco-me com o que não digo, não transformo em verso ou poesia.
O coração desacelera, penso que irei desfalecer. Recupero o ar e torno a falar.
2014 foi intenso.
2015 há de me acalmar, mas por favor, seja também intenso.
Os 32 chegaram e nada de post, 2015 está acontecendo e nada de eu escrever.
Como este lugar me traduz, como escrever me seduz. Me faz falta.
As palavras são parte de mim. Minhas companheiras.
Mesmo sem postar sempre venho aqui, registrar um pensamento em off, me reler, me reencontrar, me reinventar.
Sufoco-me com o que não digo, não transformo em verso ou poesia.
O coração desacelera, penso que irei desfalecer. Recupero o ar e torno a falar.
2014 foi intenso.
2015 há de me acalmar, mas por favor, seja também intenso.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Meu Conto de Fadas
Sim, toda mulher tem um conto de fadas na cabeça.
Uma música, uma história que viveu, ou que gostaria de viver ou ter vivido.
Durante muito tempo a minha foi contada com a música do Nando Reis, Por onde andei, e o meu príncipe da época nem gosta do Nando.
Esta letra para mim seria o pedido de desculpas ideal, era o que eu queria ouvir, era como eu queria que voltasse, era o reconhecimento que eu achava merecido.
Afinal, quem não quer ser tudo aquilo que faltava? Quem não sonha com a volta do grande amor?
Mas foi...
Também já disse que na minha bodas de ouro a música seria Selin, do Raimundos, afinal era o som que nos fazia rir e nos identificar.
Também foi...
Poucos amores, tantas dores, muitas lembranças, várias risadas, histórias infinitas.
Cada vez que ouço uma destas músicas lembro das fases, mas há tantas outras fases, quantas outras paixões e muito mais músicas.
Sou uma mulher de sorte, que viveu, amou, chorou, sorriu e está vivendo.
Tenho até músicas compostas especialmente para mim, sim, músicas, no plural. E dentre elas há uma verdadeira obra-prima, que fez parte de um conto de fadas, mas todo conto de fadas tem seu fim, que continuam acontecendo depois do felizes para sempre.
Porém em outros livros há novas histórias para se contar, seja um conto de fadas, romance, comédia...nunca se sabe, até que se chegue ao fim.
É sempre difícil fechar a contra-capa de um livro marcante, sentimos falta, por vezes voltamos a folear.
Mas acabou, chegou ao fim.
Hoje não vivo um conto de fadas, talvez aconteça um outro, talvez não, o importante é continuar escrevendo, sem repetir as histórias, apenas vivendo, aprendendo, alegrando-se, deixando acontecer, com começo, meio, sem esperar o fim, apenas consciente que se chegar há de se abrir um outro livro para escrever.
Uma música, uma história que viveu, ou que gostaria de viver ou ter vivido.
Durante muito tempo a minha foi contada com a música do Nando Reis, Por onde andei, e o meu príncipe da época nem gosta do Nando.
Esta letra para mim seria o pedido de desculpas ideal, era o que eu queria ouvir, era como eu queria que voltasse, era o reconhecimento que eu achava merecido.
Afinal, quem não quer ser tudo aquilo que faltava? Quem não sonha com a volta do grande amor?
Mas foi...
Também já disse que na minha bodas de ouro a música seria Selin, do Raimundos, afinal era o som que nos fazia rir e nos identificar.
Também foi...
Poucos amores, tantas dores, muitas lembranças, várias risadas, histórias infinitas.
Cada vez que ouço uma destas músicas lembro das fases, mas há tantas outras fases, quantas outras paixões e muito mais músicas.
Sou uma mulher de sorte, que viveu, amou, chorou, sorriu e está vivendo.
Tenho até músicas compostas especialmente para mim, sim, músicas, no plural. E dentre elas há uma verdadeira obra-prima, que fez parte de um conto de fadas, mas todo conto de fadas tem seu fim, que continuam acontecendo depois do felizes para sempre.
Porém em outros livros há novas histórias para se contar, seja um conto de fadas, romance, comédia...nunca se sabe, até que se chegue ao fim.
É sempre difícil fechar a contra-capa de um livro marcante, sentimos falta, por vezes voltamos a folear.
Mas acabou, chegou ao fim.
Hoje não vivo um conto de fadas, talvez aconteça um outro, talvez não, o importante é continuar escrevendo, sem repetir as histórias, apenas vivendo, aprendendo, alegrando-se, deixando acontecer, com começo, meio, sem esperar o fim, apenas consciente que se chegar há de se abrir um outro livro para escrever.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Participação muito mais que especial
Sim, eu sei que já falei aqui que dificilmente outra pessoa seria convidada a postar no Pinkekeando, mas vejam bem, usei a palavra dificilmente, ou seja, há casos especiais, e este é muito mais que especial!
E neste caso mais do que especial eu quero, com muita alegria e satisfação apresentar a vocês uma nova escritora, que vem arriscando seus primeiros esboços, afinal, quem sai aos seus não regenera.
Filha de mãe (e aqui tb) que se atreve a escrever e pai poeta, sobretudo um dos melhores compositores que conheci, e olha que sem modéstia nenhuma eu posso dizer que se tem uma coisa que eu conheço e entendo é de composições de letras. Quem me conhece sabe que não sou movida à música e sim regida, conheço uma infinidade de músicas, que por vezes até eu me surpreendo.
Bom, sem mais delongas vou postar a primeira historinha de Sofia, ela escreveu em casa, no meio de uma inspiração qualquer e eu achei sensacional.
E neste caso mais do que especial eu quero, com muita alegria e satisfação apresentar a vocês uma nova escritora, que vem arriscando seus primeiros esboços, afinal, quem sai aos seus não regenera.
Filha de mãe (e aqui tb) que se atreve a escrever e pai poeta, sobretudo um dos melhores compositores que conheci, e olha que sem modéstia nenhuma eu posso dizer que se tem uma coisa que eu conheço e entendo é de composições de letras. Quem me conhece sabe que não sou movida à música e sim regida, conheço uma infinidade de músicas, que por vezes até eu me surpreendo.
Bom, sem mais delongas vou postar a primeira historinha de Sofia, ela escreveu em casa, no meio de uma inspiração qualquer e eu achei sensacional.
A menina e o cão
Em um belo dia uma menina estava passeando e viu um lindo cachorro perdido. Ela ficou com pena e ficou com o lindo cachorro e batizou de Gustavo Borges.
No dia seguinte a menina chamada Sofia foi dar comida pro Gustavo, só que ele tinha fugido. Ela o procurou pelo país inteiro, menos dentro da casinha dele.
Foi aí que Sofia exclamou:
-Eu me esqueci de procurara-lo dentro da casinha, vou lá agora mesmo!
E era lá que ele estava.
Quando chegou lá Sofia tinha achado Gustavo, e colocou Gustavo de castigo por uma semana, passaram cinco dias e Gustavo ainda estava de castigo, mas podia brincar com Sofia.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Escrever
Enquanto escrevo os sentimentos se esvaem, como o vento.
Eles vão, assim como chegam, sem nem avisar.
Que bom que vão, não são bem vindos.
Me lembro quando ouvia falar, que tinhas necessidade de escrever
Eu sempre quis, mas não conseguia.
Agora me permito apenas escrever, sem me preocupar com quem lê (me desculpem leitores, mas se a esta altura eu me preocupar não sairá)
Preciso escrever para que a raiva, solidão e tristeza não me consumam.
Preciso que os sentimentos se diluam, como nuvens em uma ventania.
Escrevo, escrevo, escrevo.
Eles vão, assim como chegam, sem nem avisar.
Que bom que vão, não são bem vindos.
Me lembro quando ouvia falar, que tinhas necessidade de escrever
Eu sempre quis, mas não conseguia.
Agora me permito apenas escrever, sem me preocupar com quem lê (me desculpem leitores, mas se a esta altura eu me preocupar não sairá)
Preciso escrever para que a raiva, solidão e tristeza não me consumam.
Preciso que os sentimentos se diluam, como nuvens em uma ventania.
Escrevo, escrevo, escrevo.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Retomada
Hoje faz um ano que não posto no blog, mas resolvi recriar o hábito de escrever, então o Pinkekeando será novamente meu companheiro, que foi criado em um momento em que eu estava recriando minha vida.
A vida foi recriada, mas novamente tive que reciclá-la e aos poucos venho retomando toda ela, para mim!
Vou procurar(quase) todos os dias um assunto que desperte meu interesse para comentar e fazer uma "coluninha".
Já que tenho retomado minha vida, decidi fazer faculdade, de Comunicação Social e começo no primeiro semestre do ano que vem, logo o blog servirá também como um exercício.
Hoje não vi nenhum super assunto que me chamasse atenção, tentei mudar a carinha do blog, mas acho que preferia antes, mas vou deixar do jeito que está por alguns dias.
Por hoje será apenas isso, amanhã farei melhor. ;)
A vida foi recriada, mas novamente tive que reciclá-la e aos poucos venho retomando toda ela, para mim!
Vou procurar
Já que tenho retomado minha vida, decidi fazer faculdade, de Comunicação Social e começo no primeiro semestre do ano que vem, logo o blog servirá também como um exercício.
Hoje não vi nenhum super assunto que me chamasse atenção, tentei mudar a carinha do blog, mas acho que preferia antes, mas vou deixar do jeito que está por alguns dias.
Por hoje será apenas isso, amanhã farei melhor. ;)
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